Roraima faz comunicação rodoviária apenas com Manaus, Uma das rotas mais difundidas a execução de roteiros turísticos, que utilizam esse perímetro ao intercâmbio e ao comércio, atualmente a BR 174 é parte de um estruturado planejamento turístico envolvendo os Municípios de seu percurso. A BR-210 (Perimetral norte) seria uma alternativa, que ligaria o estado também ao Pará, Amapá e à cidade amazonense de São Gabriel da Cachoeira, contudo o projeto fora realizado apenas parcialmente, sendo depois abortado, inspirando nacionalistas à ampliação demográfica na Amazônia. Seu sistema de estradas é predominantemente federal.

Entre elas destaca-se a BR-174, que, saindo de Manaus passa por (sentido sul—norte:) Presidente Figueiredo (Amazonas), Vila Jundiá, Vila Equador, Rorainópolis, Vila Novo Paraíso (km 500, ponto de intersecção com a BR-210), Caracaraí (já na margem direita do rio Branco), Iracema, Mucajaí, Boa Vista e Pacaraima, dando acesso à estrada venezuelana que leva a Santa Elena de Uairen (a doze quilômetros da fronteira) e às principais cidades daquele país, sendo um dos potenciais mercados consumidores dos produtos e serviços turísticos. Em todo o seu percurso esta estrada encontra-se asfaltada e sinalizada, em seu perímetro encontra-se também uma das mais tradicionais etnias a Waimiri Atroari.

Outras importantes rodovias federais, sendo ambientes únicos na formatação de roteiros Amazônicos que apresentará distintas formações vegetais, além de espécies da fauna regional, as estradas federais são:

BR-210: pelo plano original, datado da segunda metade do século XX, sairia de Macapá, passando pelo Pará, por Roraima, até chegar a São Gabriel da Cachoeira, no alto rio Negro. Apenas uma parte do trecho de Roraima e do Amapá foi asfaltado (ou ao menos aberto). No estado a BR-210 vai no sentido leste—oeste: vila Entre Rios (próximo à Hidrelétrica de Jatapu), Caroebe, São João da Baliza, São Luiz, Vila Novo Paraíso (a partir daqui ela segue sobreposta à 174 até Caracaraí), Caracaraí—todo este trecho asfaltado — e continua como estrada de chão até Missão Catrimani.

BR-401: faz a comunicação do estado com a Guyana. Nascendo em Boa Vista, cruza o rio Branco pela ponte dos Macuxi. Sete quilômetros depois, liga-se a BR-432, que vai ao Cantá e desce até a vila Novo Paraíso, ligando-a às BR’s 174 e 210. A mesma, contudo, ainda não se encontra totalmente asfaltada. Após passar pela BR-432, segue até Bonfim, cidade fronteiriça.

A Ponte sobre o Rio Tacutu (divisor entre Brasil e Guyana) foi concluída em 2009, ligando-a a Lethem já no lado guyanense. De Bonfim ainda percorre 45 km a Nordeste até a sede de Normandia, num trecho parcialmente asfaltado.

Por fim há a BR-431 que comunica com a BR-174 (a partir da vila do Jundiá) à vila de Santa Maria do Boaiçu, onde funciona um pequeno porto no rio Branco.

A Ponte dos Macuxi, sobre o rio Branco, comunicando Boa Vista ao município do Cantá. Entre as estradas estaduais de Roraima, destacam-se: RR-205: asfaltada e bem sinalizada nos 65 km que ligam Boa Vista à RR-343 através dela. Os quinze primeiros quilômetros desta (até a sede de Alto Alegre) são asfaltados e sinalizados.

RR-203: tem dois terços de sua extensão asfaltados, ligando a BR-174 à Vila Brasil (sede de Amajarí). Segue adiante mais 52 km como estrada de terra até a vila do Tepequém. Existem dezenas de outras estradas estaduais e municipais de terra com condições razoáveis de tráfego, e roteiros surpreendentes dentro desse mosaico amazônico. Todas as sedes Municipais em Roraima têm acesso rodoviário asfaltado, excetuando-se Uiramutã, porém essa região também é coberta por cachoeiras encantadoras e sublimes que despertam uma agradável sensação e sublimes paisagens.